VISITAÇÃO: gerar a vida divina em nosso interior

dezembro 22, 2015

“Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre…” (Lc 1,41)
Nos relatos do Evangelho de Lucas há duas mulheres, Maria e Isabel, que experimentaram profundamente o dom da gratuidade, e seu lugar de carência se converteu em lugar de abundância. As duas descobriram o dinamismo curador das relações e a riqueza que os contatos pessoais contêm.
As relações que nos constituem são o tecido pelo qual circula nossa abertura a Deus e por onde crescemos em humanidade, acolhendo e sendo acolhidos pelos outros. Vivemos em um mundo hiperconectado, em contato permanente e presente, ao mesmo tempo, em todos os lugares. O mundo, nossa vida, converteu-se num “chat” contínuo. No entanto, em meio a esse “chat” universal, a conversação emudeceu; a maior parte de nossas “conversações” tornaram-se prisioneiras das telas (celulares, tablets, smartphones, internet). Corremos o risco de reduzir a comunicação à conexão. Banalizam-se os conteúdos da conversa, mas também são amputadas dimensões fundamentais da experiência da comunicação, sobretudo a presença física. Sem essa presença, sem o encontro pessoal, não é possível o diálogo e a verdadeira comunicação. Esse empobrecimento da comunicação vivente com o outro, ou a atrofia e medo de um face a face, é sinal claro de uma profunda desumanização.

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EVANGELIZAR NOSSA INTERIORIDADE PARA SERMOS MAIS HUMANOSNATAL: A MISERICÓRDIA TEM ROSTO